http://yro.slashdot.org/story/13/02/09/031250/pirate-bay-documentary-film-now-available-on-tpb
The documentary TPB AFK follows the creators of The Pirate Bay — Peter Sunde, Fredrik Neij and Gottfrid Svartholm — through their technical and logistical trials of keeping TPB online as well as their court appearances in Sweden. After its premiere at Berlin International Film Festival, TechCrunch is reporting that TPB AFK is now available under a Creative Commons license for purchase, download on TPB, or viewing on YouTube. The budget for the film was raised on Kickstarter, where the makers achieved twice the funding goal in the allotted month-long funding campaign. The film already has 40,000 YouTube views, 19,000 torrent seeders, and over 2,000 paid downloads. There are public screenings happening world-wide.
Showing posts with label media. Show all posts
Showing posts with label media. Show all posts
Saturday, February 9, 2013
Monday, February 7, 2011
Tuesday, January 5, 2010
Tuesday, July 21, 2009
COG, Uma Abordagem à Inteligência Artificial
Pequena entrevista introdutória a um sistema de inteligência artificial com capacidade de aprendizagem.
Sunday, October 12, 2008
Xadrez
Genialidade no Xadrez e Pattern Matching neste documentário. E com um ligeiro divagar pela Web, a descrição de um final de jogo de xadrez curiosa pelo aparentemente mítico Capablanca:
Capablanca's management of the endgame gives the impression of being so natural that one easily forgets the difficulty of such precise play. The difficulty is chiefly psychological. In chess, as in life, one is so accustomed to place value on the material factors that it is not easy to conceive the idea of indulging in pawn sacrifices when there is so little available material.
Capablanca's management of the endgame gives the impression of being so natural that one easily forgets the difficulty of such precise play. The difficulty is chiefly psychological. In chess, as in life, one is so accustomed to place value on the material factors that it is not easy to conceive the idea of indulging in pawn sacrifices when there is so little available material.
Saturday, August 23, 2008
Sunday, August 3, 2008
O Ser Humano Perfeito
Título de um artigo do Courier Internacional de Março de 2008 onde se colocam dúvidas sobre a cada vez mais intrusiva interferência da tecnologia nos nossos processos biológicos. Cito algumas perguntas e dou algumas respostas de algibeira.
Se pudéssemos armazenar conhecimentos num <>, para que iríamos dar-nos ao trabalho de aprender e atribuir valor ao saber e à experiência?
O saber e a experiência têm valor como ferramentas de sobrevivência, e depois, como mais um conjuntos de variáveis na nossa percepção e interacção do mundo, por si só, não nos valem de nada. Se pudermos simplificar o processo de aprendizagem do que já existe, libertamos muito mais cedo a mente para partirmos para novas descobertas. Eliminamos a necessidade de reinventar a roda.
Armazenar conhecimento não significa criar conhecimento, e depois, isto é baseado, como a minha resposta, em alguma especulação e num determinado ponto de vista. Acho que é uma pergunta retórica que revela ingenuidade, acho que há imensas áreas a descobrir. Assim como as populações em geral do mundo desenvolvido estão a deixar cada vez mais o trabalho físico para passarem a ser mais vegetativos, também no futuro, a considerarmos esse tipo de avanços, as populações do mundo ou mundos, desenvolvidos de então, também terão um papel diferente do actual, sentado o dia todo ou na net ou em frente à tv ou sentado a trabalhar. Também se poderia ter analogamente feito a mesma pergunta retórica antes de termos passado de pessoas activas fisicamente, e com os saberes e experiências e valores atribuidos a essa realidade de então, sobre a nossa condição do presente.
Obviamente que a passividade física é má, tanto para a saúde como para a mente, mas temos também a possibilidade de ter um estilo de vida activo, apesar de as tendências para a inactividade.
Se na vida não houver nem doença nem dor, saberemos o que é a felicidade?
Acho que se chegarmos a esse ponto, também poderemos ter um botão que controle isso tudo só para quebrarmos a monotonia. E a felicidade não implica nem dor nem doença.
Se todos formos aperfeiçoados, o mundo não ficará com uma sinistra homogeneidade?
Acredito mais no bom senso no sentido de existir uma tentativa de valorização dos nosso traços individuais do que propriamente querermos todos parecer-nos com o Brad Pitt ou com a Angelina Jolie. Mesmo que o mundo ficasse com uma sinistra homogeneidade, haveríamos de ter maneiras de nos distinguirmos subtilmente pelos traços físicos e talvez até fosse uma coisa minimamente boa no sentido de ligarmos mais ao interior do que ao exterior da pessoa.
(...) ao aperfeiçoarmo-nos, não estaremos a renunciar à nossa humanidade?
Terei de responder a isto melhor.. o que é a humanidade? Se é o que vejo do mundo, humanidade é egoísmo e desconsideração algo inconsciente pelos restantes seres vivos do planeta, uma competição indirecta e desigual com as outras espécies . Ou então somos ainda uma criança ainda numa fase muito imatura, pelo menos, já estamos um bocado mais domesticados, em vez de guerreiros e agricultores agora somos gordos com excesso e desperdício de riquezas com outra metado do mundo a morrer à fome. Que bela humanidade esta. Se o aperfeiçoamento ajudar a melhorar esses desiquilíbrios, a levar a um melhor entendimento entre povos e populações, de que é que temos de ter medo? A partir do momento que nós começámos a fazer fogueiras e armas de caça, começámos logo esse processo de aperfeiçoamento da nossa espécie. Existem também outras espécies animais que fazem o mesmo tais como macacos que usam ramos para caçar. O nosso instinto para transformar o que nos rodeia é apenas mais visivel e intenso. De certa forma é humano tendermos para esse cada vez mais intenso aperfeiçoamento.
É evidentemente possível que o aperfeiçoamento do homem não venha a desembocar na utopia ou no fim da humanidade.
É chegado o momento de começarmos a escolher o nosso futuro.
É saudável existirem este tipo de debates algo prematuros no sentido em que muitas destas tecnologias ainda não existem na prática e vão permitir que haja um amadurecimento dos prós e contras deste tipo de intervenções para estarmos melhores preparados quando essas tecnologias se tornarem realidade.
Se pudéssemos armazenar conhecimentos num <
O saber e a experiência têm valor como ferramentas de sobrevivência, e depois, como mais um conjuntos de variáveis na nossa percepção e interacção do mundo, por si só, não nos valem de nada. Se pudermos simplificar o processo de aprendizagem do que já existe, libertamos muito mais cedo a mente para partirmos para novas descobertas. Eliminamos a necessidade de reinventar a roda.
Armazenar conhecimento não significa criar conhecimento, e depois, isto é baseado, como a minha resposta, em alguma especulação e num determinado ponto de vista. Acho que é uma pergunta retórica que revela ingenuidade, acho que há imensas áreas a descobrir. Assim como as populações em geral do mundo desenvolvido estão a deixar cada vez mais o trabalho físico para passarem a ser mais vegetativos, também no futuro, a considerarmos esse tipo de avanços, as populações do mundo ou mundos, desenvolvidos de então, também terão um papel diferente do actual, sentado o dia todo ou na net ou em frente à tv ou sentado a trabalhar. Também se poderia ter analogamente feito a mesma pergunta retórica antes de termos passado de pessoas activas fisicamente, e com os saberes e experiências e valores atribuidos a essa realidade de então, sobre a nossa condição do presente.
Obviamente que a passividade física é má, tanto para a saúde como para a mente, mas temos também a possibilidade de ter um estilo de vida activo, apesar de as tendências para a inactividade.
Se na vida não houver nem doença nem dor, saberemos o que é a felicidade?
Acho que se chegarmos a esse ponto, também poderemos ter um botão que controle isso tudo só para quebrarmos a monotonia. E a felicidade não implica nem dor nem doença.
Se todos formos aperfeiçoados, o mundo não ficará com uma sinistra homogeneidade?
Acredito mais no bom senso no sentido de existir uma tentativa de valorização dos nosso traços individuais do que propriamente querermos todos parecer-nos com o Brad Pitt ou com a Angelina Jolie. Mesmo que o mundo ficasse com uma sinistra homogeneidade, haveríamos de ter maneiras de nos distinguirmos subtilmente pelos traços físicos e talvez até fosse uma coisa minimamente boa no sentido de ligarmos mais ao interior do que ao exterior da pessoa.
(...) ao aperfeiçoarmo-nos, não estaremos a renunciar à nossa humanidade?
Terei de responder a isto melhor.. o que é a humanidade? Se é o que vejo do mundo, humanidade é egoísmo e desconsideração algo inconsciente pelos restantes seres vivos do planeta, uma competição indirecta e desigual com as outras espécies . Ou então somos ainda uma criança ainda numa fase muito imatura, pelo menos, já estamos um bocado mais domesticados, em vez de guerreiros e agricultores agora somos gordos com excesso e desperdício de riquezas com outra metado do mundo a morrer à fome. Que bela humanidade esta. Se o aperfeiçoamento ajudar a melhorar esses desiquilíbrios, a levar a um melhor entendimento entre povos e populações, de que é que temos de ter medo? A partir do momento que nós começámos a fazer fogueiras e armas de caça, começámos logo esse processo de aperfeiçoamento da nossa espécie. Existem também outras espécies animais que fazem o mesmo tais como macacos que usam ramos para caçar. O nosso instinto para transformar o que nos rodeia é apenas mais visivel e intenso. De certa forma é humano tendermos para esse cada vez mais intenso aperfeiçoamento.
É evidentemente possível que o aperfeiçoamento do homem não venha a desembocar na utopia ou no fim da humanidade.
É chegado o momento de começarmos a escolher o nosso futuro.
É saudável existirem este tipo de debates algo prematuros no sentido em que muitas destas tecnologias ainda não existem na prática e vão permitir que haja um amadurecimento dos prós e contras deste tipo de intervenções para estarmos melhores preparados quando essas tecnologias se tornarem realidade.
Subscribe to:
Posts (Atom)